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Revista Pnews - Dezembro/2002 - Nº 37 - Pág. 30- Palestras: destaques de Simpósio


Leia abaixo matéria na íntegra

Destaque da Recaufair, o 1º Simpósio Internacional de Tecnologia e Eficiência na Reforma Pneumática teve a palestra do vice-presidente mundial da Bandag, Frederico Kopttike. Com o título Perspectivas Internacionais do Mercado de Reforma de Pneumáticos, o executivo abordou tendências e as novas exigências do mercado, e analisou a regulamentação dos pneus recapados.

Kopttike afirmou que a utilização de pneus recapados pelas empresas de transporte seguirá como uma forma importante de reduzir custos de operação. Porém, a tendência é de algumas mudanças.

Entre os fatores citou o aumento do índice de radialização, que deverá reduzir pneus recapados. Outra causa é a introdução dos pneus com perfis diferenciados, que tendem a ter recapabilidade menor.

Kopttike lembrou ainda da racionalização da movimentação de cargas introduzida pelos operadores logísticos e as vias de transporte alternativo, ferroviária ou navegação fluvial, que contribuem para a redução do volume de cargas rodoviárias.

A conclusão é que apesar do aumento do volume de cargas transportadas, a tendência é a manutenção do atual nível de utilização dos pneus recapados nos próximos 2 ou 3 anos.

Para atender às exigências do mercado é preciso um novo perfil de atuação. “A qualidade dos pneus recapados contará com outro componente, a confiabilidade do produto”, explicou.

Ele cita o gerenciamento da informação de custos dos insumos como um fator cada vez mais imprescindível “Os tradicionais recapadores deverão oferecer uma gama de serviços bem mais ampla, incluindo serviços de manutenção leve, produtos da mais alta confiabilidade e gerenciamento de informação aconselhou. Kopttike lembra ainda que o primeiro passo é valorizar o produto, exigindo e cobrando o valor que se agrega ao mesmo.

Regulamentação

Ao abordar a regulamentação do pneu recapado, ele explicou o objetivo: estabelecer critérios mínimos qualitativos e de padronização para o mercado. Sobre as consequências, afirmou:“E inegável que a médio e longo prazo trará impacto positivo na qualidade e também na percepção e posicionamento do pneu re-formado junto ao usuário, advertiu que exigirá sacrifícios da indústria de pneu reformado, que terá que se adaptar aos novos padrões.

O novo contexto trará benefícios aos reformadores remanescentes, como melhor produtivi-dade e rentabilidade. Mas, para atingir os padrões haverá necessidade de investimento do reformador e apoio dos fornecedores de matéria-prima, aliado a uma grande mudança cultural do setor.

No Brasil já existe trabalho sobre o tema. “A regulamentação para o pneu de automóvel já é realidade, pois existe Portaria do INMETRO prestes a entrar em vigor, em janeiro de 2003”, contou, lembrando que sobre os pneus de caminhões e ônibus existem estudos avançados, elaborados juntamente com a ABR, ABNT e associações estaduais de recauehutagem.

Sobre os impactos para os recauchutadores brasileiros, Kopttike çonsiderou as divergências sobre a conservação da malha rodoviária e a dificuldade para controle do limite de cargas nos veículos, que resultam em grande variação no estado de conservação das carcaças em enorme variabilidade do produto final.

O executivo ressaltou também que a indústria do transporte deve ser envolvida na Certificação, pois é a primeira e maior interessada.

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