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CLIPPING: COIM BRASIL

Revista Embanews - pág. 42 - Segundo Fórum de Flexografia


Visando entrosar e atualizar os profissionais do setor flexográfico, o Fórum de Debates em Flexografia: Mudando sua Impressão II, organizado pela Abflexo FTA Brasil, reuniu, pelo segundo ano consecutivo, mais de duzentos empresários, em Atibaia (SP), para a discussão de temas técnicos e não-técnicos. As palestras, divididas em duas salas, abordaram diversos temas, como ‘Laminação: adesivo e tecnologia’ que discutiu os diferentes processos de laminação, suas vantagens e desvantagens. Ministrada por Carlos Roberto Gandolphi, da Coim Brasil,, a palestra mostrou o porquê do uso de laminação via seca para substratos porosos e não-porosos e adesivos à base solvente em oposição à via úmida, usada para a laminação de estruturas com pelos, e empregando adesivos base água. Entre os prós e contras, as vantagens da laminação com solvente são alta adesão final e resistência, em contraste com odor residual, alto consumo de energia, emissão de poluentes e alto custo final. Na laminação sem solvente, o processo é ecologicamente correto, sem odor residual, baixo custo, alta velocidade e baixo consumo de energia, porém a adesão inicial é muito baixa e são necessários cuidados especiais durante a cura. Indicou ainda alguns critérios pata a escolha adequada de adesivos, tais como performance final da embalagem, tempo de cura, retenção de solvente, força de adesão inicial, efeito anti-sealing, relação com aditivos de filmes e resistência a produtos agressivos. Outro convidado, Mansueto Bacim Jr., da Bobst, apresentou o tema Máquinas de Impressão Plexo para Embalagens Flexíveis e para Cartão com Corte e Vinco em Linha. Para tanto, apresentou os equipamentos da empresa voltados para os segmentos de cartão, papelão ondulado e flexível. Demonstrou ainda a impressora Sigma, fabricada pela Schiavi e outros equipamentos, incluindo desbobinadores com troca automática, grupos impressores de alta tecnologia e precisão, sistemas de camisa e grupos de saída. ‘A escolha entre roto e flexografia’ foi o tema discutido pelo diretor técnico de recursos humanos e treinamento da Abflexo, Sergio Vay. Segundo ele, a flexografia é um processo mais ecológico e adapta-se melhor a pequenas tiragens, enquanto a rotogravura é a melhor opção para garantir repetibilidade. Por isso, a tendência é a produção de equipamentos que combinem roto, flexo e offset com elementos de beneficiamento em linha, que por enquanto estão restritos ao uso em banda estreita.

‘Aplicações e soluções em auto-adesivos foi o tema da palestra de Isabela Galli, da Avery Dennison, que discutiu o potencial de crescimento dos rótulos auto-adesivos na América Latina, já que atualmente a região apresenta consumo muito inferior em comparação aos outros mercado mundiais. E ainda Jorge Kurossu, da Takano Packaging; Vaney Fornaziere e Lucas Woodyatt, da IPP Intergráfica, mostraram como a ‘pré-impressão funciona como fator de redução de custos de impressão’. Os palestrantes mostraram que hoje podem ser feitos três tipos de provas, a conceitual, que garante o acerto do conteúdo original, a contratual em cores com resultado da pré-impressão, e a de prelo com chapa gravada. E ainda discutiram como é possível obter provas reticuladas com softwares e sistemas, da Esko Graphics, por exemplo, que permitem bons resultados. O diretor da área técnica da Altec, Mauro Pereira Freitas, traçou um panorama do setor fIexográfico e apontou algumas perspectivas para os próximos 5 anos, na palestra ‘Perspectivas do Mercado Flexográfico para os próximos 5 anos’. Atualmente, segundo ele, a técnica se divide em três grandes áreas, incluindo banda larga, para a produção de embalagens flexíveis e semi-rígidas; banda estreita para a produção de etiquetas e rótulos; e papelão ondulado voltada à produção de caixas para transporte e armazenamento. Dados de entidades internaciomis indicam um crescimento de 39% da flexografia no mercado mundial, superando a impressão offset que hoje possui a maior fatia do mercado. O Brasil é um dos países que mais crescem no segmento flexográfico, apresentando índices de 7,5% ao ano. Em meio às palestras, os participantes puderam conferir também as novidades do setor em uma mini exposição. Entre as empresas expositoras destacaram-se a Windmoeller & Hoelscher do Brasil, Adere, Toray, Apacolor, Cliart, Gidue por intermédio da Cornprint, Heildelberg e Vivacor. A próxima edição do evento, agora bienal, marcada para 2005, já está sendo organizada e trará novidades, como a exposição flexográfica que passa a contar com a parceria do Grupo Brasil Rio para a organização. Site: www.abflexo.org.br

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