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CLIPPING: TONICO´S BOTECO

Correio Popular - Caderno C - Capa - Big Som


Mesmo sem a notoriedade das décadas de 1950 e 60 – quando eram a coqueluche dos bailes - as big bands (ou grandes orquestras) continuam a fazer música e a registrar seu papel na história. Prova disso são as apresentações hoje e dia 16, no Tonico’s Boteco da Big Band Canavial, formada em Campinas em maio do ano passado.

Antes intitulada Big Band da Unicamp, pelo fato de muitos integrantes terem ligação com a universidade, o grupo foi rebatizado com o nome da primeira composição própria ouvida pelo público, no Sesc Campinas, em 2003. A música é assinada pelo guitarrista Bruno Mangueira. “Achamos importante ter uma definição não vinculada com a universidade”, explica o trompetista Clóvis Beltrami, um dos “pais” da idéia e professor de música da Unicamp e integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas há 20 anos. E por que resgatar um estilo que, para a maioria dos jovens, é totalmente desconhecido? “Queríamos resgatar a boa música popular. Hoje, a música ruim é massificada na televisão e nas emissoras de rádio e as pessoas estavam esquecendo a época de ouro da música”, avalia.

Some-se à explicação o gosto dos integrantes pelo gênero. “Tocar numa big band é um grande prazer, é uma experiência fascinante, que te dá total liberdade”, explica Clóvis, que para compor a Canavial juntou-se a Flávio Corilow e Jair Teixeira (sax alto); Marcelo Fernandes e Eduardo Furtado (sax tenor); Manu Falleiros (sax barítono); Gê Francisco, João Lenhari, Rubinho Antunes e Marcelo Rocha (trompetes); Lucimar Peres, Wllson Dias, Talal MauhaLen e Wellington Ronqui (trombones); Gustavo Roriz (baixo elétrico); André Kuhnen (bateria); e Mangueira (guitarra).

REPERTÓRIO

Com repertório eclético que mescla clássicos do jazz, chorinho, samba, bossa nova e músicas de Pixinguinha, Serevino Araüjo, Tom Jobim, Duke Ellffigton e Dizzy Gillespie, a Canavial quer se fazer “ver e ouvir”. Além das apresentações na cidade, desenvolve em parcer a com outras big bands nacionais - como a Mantiqueira, de São Paulo -, projeto para realizar um grande festival. “Seria um encontro de todos os que apreciam o gênero”, diz Beltrami.

Outra idéia da Canavial envolve o maestro e um dos mais importantes arranhadores das décadas de 1950 e 60, Cyro Pereira. “Enviamos projeto para a Petrobrás, em busca de apoio financeiro, para a criação de um show em que só tocaríamos obras dele”, explica.

A Canavial ainda quer patrocínio dos empresários de Campinas para o Canavial Convida, que pretende trazer à cidade nomes importantes do estilo. “Tenho certeza de que quem ainda não conhece uma big band, irá se apaixonar quando ouvir uma”.

Foi em busca dessa identificação com o público que a orquestra optou pelas apresentações no Tonico’s. “Era comum, antigamente, que certa casa tivesse, em um dia fixo da semana, a apresentação da mesma big band. Quem sabe não resgatamos esse costume?”, arrisca. Pode ser, mas, por enquanto, as apresentações têm data certa: só hoje e dia 16.

Big Band Canavial - Hoje e dia 16, às 22h, no Tonico’s Boteco (Rua Barão de Jaguara, 1.373, Centro, fone: 32361664). Entrada franca.

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