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Rua Alberto Belintani, 41
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CEP: 13087-680
Campinas-SP
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| "CONFESSO QUE BEBI": JAGUAR NO TONICO'S BOTECO
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Reduto da boa música brasileira em Campinas, o Tonico´s Boteco tornou-se uma referência cultural no centro da cidade por receber artistas e intelectuais para apresentações, lançamentos e outras reuniões descontraídas. O nome é uma homenagem ao maestro e compositor Antonio Carlos Gomes, cujo apelido era Tonico. O casarão centenário onde está instalado o boteco foi preservado com toda estrutura arquitetônica original, e está localizado em frente a praça Antônio Pompeu, marco zero de Campinas, cercado de referências históricas e culturais. É um ponto de encontro diferenciado na noite campineira: um espaço boêmio onde a informalidade, a sofisticação e o ambiente agradável convivem em harmonia. Na decoração, painéis fotográficos da cidade antiga e posters de obras do maestro. No cardápio, pratos variados que vão desde os acepipes, petiscos e sanduíches especiais até pratos a La Carte. Na parte de bebidas, diferenciais como pingas aromáticas, o stanheguer W Double (exclusividade na cidade) e aperitivos exclusivos, além do chopp e cerveja sempre muito gelados. A casa é do empresário Paulo Henrique de Oliveira, não cobra consumação mínima, aceita todos os cartões de créditos e mantém convênio com os estacionamentos do Carmo e Simopark.
Rua Barão de Jaguará - 1373, no Centro, em Campinas / SP. Reservas de mesa e informações pelo fone: (19) 3236 1664.
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Jaguar participa de noite de autógrafos do seu mais novo livro "Confesso que bebi".As 160 páginas do livro resgata o caso de amor de Jaguar com a boemia e com os "bares e botecos da vida". Então nada mais aconchegante, para o autor, que realizar esse evento no Tonico´s, um espaço planejado no que há de melhor dos botecos do Rio de Janeiro e São Paulo. Os livros estarão a venda no local pelo preço de R$ 20. A entrada é franca e não será cobrada consumação mínima.
O livro está na 4a. edição e segundo Jaguar a idéia para a produção de "Confesso que bebi" surgiu do amigo e colega de profissão Millör Fernandez. "Eu trabalhava com o Millör e ele me deu a idéia de produzir um livro com os cartuns que eu já tinha. Então fiz mais uns 40 e compus o livro", comenta Sérgio de Magalhães Jaguaribe, mais conhecido como Jaguar.
A outra atração da noite é a presentação do Quarteto de Cordas Vocais, conhecido como QCV que será responsável por animar a noite. No repertório estão compositores como Candeia, Geraldo Filme, Nelson Cavaquinho, Paulo da Portela, Roberto Ribeiro, Silas de Oliveira, entre outros sambistas. O quarteto é formado por Adriano Dias (violão 7 cordas), Edu de Maria (cavaquinho), Ênio Bernardes (percussão) e Allessandro Dias (violão de 6). Em breve o QCV estará gravando seu primeiro CD, intitulado Revivendo o Samba. Os sambas contidos no CD serão de autoria dos próprios músicos e de outros compositores de Campinas.
O Tonico´s Boteco fica na Rua Barão de Jaguara , nº 1373
O LIVRO
Um schnitt com muita pressão e um underberg. Como qualquer grande bebedor sabe, este é um bom começo, portanto a abertura preferida de Jaguar em suas jornadas de bar em bar. CONFESSO QUE BEBI é uma espécie de roteiro afetivo dos bares da cidade, de casas chiques a simpáticos pés-sujos, mas, sendo Jaguar quem é, pode ser visto também como uma autobiografia: afinal, foi nestes ambientes que o autor passou grande parte de sua vida.
Jaguar é um profissional. Tem muita gente que só conhece o du-du de ouvir falar. Jaguar não: é amigo íntimo. Freqüentou lugares como o Cabaré dos Bandidos, em Caxias, o Poleiro dos Galetos, o Bunda de Fora original e vários homônimos, botequins da Central do Brasil, clássicos como a Fiorentina 1, o Paladino, o Bar Luiz, o Adônis, o Bracarense, o Petisco da Vila. Tem quase tanto tempo de casa no Bar Brasil quanto o mais velho dos garçons.
Como o bom bebedor não bebe só, CONFESSO QUE BEBI é também uma crônica que tem como personagens boa parte da arte e cultura cariocas. Pois Jaguar, envelhecido em barris de várias procedências, bebeu com gente como Madame Satã, Hugo Carvana, Tom Jobim, Paulo César Peréio, José Lewgoy, Paulo Casé, João Ubaldo, Nássara, João do Vale, Antonio Pedro, Carlinhos de Oliveira, Paulo Mendes Campos, Lúcio Rangel, Roniquito, Nelson Cavaquinho e Carlinhos Niemeyer. Todos eles concorrentes de peso.
O roteiro que Jaguar propõe começa na Gávea, passa pelo Leblon, por Ipanema, Copacabana, centro da cidade, chega a Vila Isabel e Maria da Graça, para depois esticar em Corrêas, Itaipava, Parati e até mesmo São Paulo, onde ele conseguiu encontrar na Freguesia do Ó um colecionador das melhores cervejas importadas e fez o cardápio do consulado carioca em São Paulo, o bar Pirajá. Amnésico alcoólico de ótima memória e texto calibrado, Jaguar é a prova de que o fígado é antes de tudo um forte, felizmente o mais resistente de nossos órgãos. A saideira, e passa a régua.
Biografia resumida de Jaguar
Chargista em atividade desde 1955, a biografia de Jaguar, nascido num 29 de fevereiro de 1932, marca a história do humor brasileiro. Um dos fundadores da revista Senhor e do Pasquim, com trabalhos em dezenas de publicações, editou o diário carioca A Notícia. Jaguar apresentou programas na TV Educativa do Rio e foi editor da revista Bundas. Ex-funcionário do Banco do Brasil, onde trabalhou (e bebeu) com Sérgio Porto, capitaneava com Albino Pinheiro e outros boêmios históricos a Banda de Ipanema. Atualmente faz charges e crônicas em O Dia.
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