Campinas/SP - Domingo, 23 de novembro de 2014 Comunicativa - Assessoria e Consultoria Jornalística  
 
 
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Rua Alberto Belintani, 41
Telefone: (19) 3256-4863
Fax: (19) 3256-9059
CEP: 13087-710
Campinas-SP

 

AÇÃO CIVIL CONTRA A CPFL  


O Jornal ALTO TAQUARAL é uma publicação independente, de circulaçao mensal em seis bairros ao entorno da região do Alto Taquaral em Campinas (SP). Com tiragem de 13 mil exemplares, é entregue de porta em porta para os moradores de 144 condomínios de casas e apartamentos e outros 51 locais de distribuição, entre bancas, comércios e locais públicos localizados em uma das regiões de maior densidade populacional de Campinas. Tem formato berliner, em papel couchet com oito paginas coloridas e é impresso em sistema off-set com forno, que evita soltar a tinta nas mãos. Seu conteúdo é produzido com reportagens locais e focadas em temas de interesse das populações destes bairros. Os fatos que ocorrem no período entre as edições impressas são noticiadas no www.jornalaltotaquaral.com.br

Editores: jornalistas Gilberto Gonçalves e Cibele Vieira

Sede: Rua Alberto Belintani, 41 - Jardim Colonial - Campinas (SP) Tel: (19) 3256 9059 Email: altotaquaral@jornalaltotaquaral.com.br


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A ação foi proposta em favor dos moradores de baixa renda do Município e visa à adoção pela empresa de procedimento de cobrança de débitos de acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a Constituição Federal, garantindo a continuidade do serviço de energia elétrica que é essencial à vida humana.



O defensor público José Moacyr Doretto Nascimento, que propôs a ação, explica que a empresa, quando constata suposta irregularidade na medição, realiza cálculo estimado, com base em valores atuais mais multa de 20%, e encaminha aos consumidores. A cobrança da diferença é feita sob pena de corte de energia elétrica, ainda que o consumidor esteja em dia com as contas mensais.



Segundo o defensor, diariamente consumidores de baixa renda procuram a Defensoria em Campinas, relatando esta situação, muitos já com o serviço interrompido. As dívidas em geral são de três mil reais, quantia elevada para pagamento.



“A energia elétrica é serviço público essencial à vida humana e que deve ser prestado continuamente, além disso, a cobrança de divida, de acordo com o CDC, não pode ser feita pelo fornecedor com ameaça ou coação”, esclarece o defensor. Ainda de acordo com ele, “a empresa deve provar a culpa do consumidor na irregularidade e não simplesmente presumir que este tenha cometido a fraude. Havendo prova concreta, a CPFL poderá cobrar o débito, mas deve fazê-lo, permitindo a defesa do consumidor, e sem a interrupção do serviço”.



Na ação, o pedido liminar é para que a empresa se abstenha de suspender o serviço de energia elétrica ou, caso já tenha realizado o corte, que restabeleça o fornecimento, sob pena de multa de mil reais por consumidor. Ao final da ação, o defensor pede que, além da proibição de interrupção do serviço de energia elétrica em caso de não pagamento de débito, a empresa siga um procedimento para apuração da fraude e do débito de acordo com o CDC e a Constituição, fazendo o cálculo do débito individualmente, com base na tarifa vigente, informando o consumidor da possibilidade de pedir perícia no relógio e com a exclusão do “custo administrativo” imposto pela empresa por procedimento fiscalizatório, pois não há previsão legal, nem contratual.



A ação foi distribuída para a 8ª Vara Cível de Campinas.







Mais informações



Renata Tibyriçá - Defensora Pública Coordenadora de Comunicação
Carolina Coimbra

Carolina Lopes

Cristina Uchôa

Tel. (11) 3107-5055 / 3101-0155 (Ramal 137/ 222 / 249 / 295) / 9653-6796

imprensa@dpesp.sp.gov.br

 

 
 
   
   
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