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| UNICAMP FAZ PALESTRA SOBRE COMISSÃOD A VERDADE
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A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014
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Carlos Dias vem atuando neste semestre como docente junto à graduação do IFCH, dentro do Programa Especialista Visitante da Pró-Reitoria de Graduação (PRG).
A palestra é oportuna porque a presidente Dilma Rousseff acaba de indicar os sete integrantes da Comissão da Verdade, que vai investigar violações de direitos humanos no Brasil no período de 1946 a 1988. São eles: o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, o cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, a psicanalista e escritora Maria Rita Khel, o jurista e consultor da Unesco José Paulo Cavalcanti Filho, o ex-procurador-geral da República Cláudio Fontele, o ministro do STJ Gilson Dipp e a advogada especialista em crimes políticos Rosa Maria Cardoso da Cunha.
“A escolha dos integrantes me surpreendeu de maneira positiva, pois embora não tenhamos um bispo Desmond Tutu entre os seus integrantes, se trata de um grupo de altíssimo nível, com muita experiência e competência técnica”, avalia Carlos Dias. “Não creio que a documentação relevante já tenha sido totalmente destruída, tese sempre lembrada pelos que defendem o esquecimento, a “cultura do silêncio”. A minha experiência junto aos arquivos públicos me permite acreditar que um cuidadoso pente fino poderá trazer novidades, até mesmo porque a nossa tradição arquivística é marcada pela precariedade, pela desordem e até mesmo pelo caos – e isso também dificulta quem quer destruir informações”.
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