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| EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTIL É TEMA DE CAMPANHA DA ARTESP E DAS CONCESSIONÁRIAS
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A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014
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A exploração sexual de crianças e o tráfico de mulheres são temas de campanha de conscientização promovida pela ARTESP (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) e pelas concessionárias que administram as rodovias paulistas, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MTP). Estão sendo distribuídos panfletos nas praças de pedágio e afixados cartazes com informações sobre essas duas práticas: como se prevenir, danos psicológicos que causam às vítimas, penas a que estão sujeitos quem comete esses crimes e, principalmente, onde denunciar.
Estão sendo distribuídos 370 mil folhetos. Cada concessionária adotou um calendário específico para desenvolver a campanha. Mas boa parte delas intensificará as ações em datas próximas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio. A Ecovias, por exemplo, distribuirá material nos postos de Serviço de Atendimento aos Usuários (SAUs) e no pátio de estacionamento de caminhões, no km 44 da Rodovia Anchieta. Além da divulgação do material impresso, algumas concessionárias, como a Autoban e a Triângulo do Sol, vão colocar mensagens sobre o tema nos painéis de mensagens variáveis ao longo das rodovias – aqueles que trazem informações sobre as condições das rodovias. A SPVias colocará informações da campanha em seu site.
Os folhetos chamam a atenção para o crime cometido com a exploração sexual de crianças e adolescentes. São quatro capas diferentes, mas todas destacam a mensagem “Exploração sexual de crianças e adolescentes não é brincadeira, é crime”. Em cada versão há um destaque diferente, mas todos referentes à criminalização do ato: “Turismo sexual infantil: passagem direta para a cadeia”; “Quem faz programa com criança assiste à vida da prisão”; “Uma noite com uma criança, 10 anos vendo o sol nascer quadrado”; e “Programa com criança: pague com 10 anos de cadeia”.
O material aponta ainda para os danos que são causados à criança vítima de exploração sexual e à sua família, além de trazer dicas para evitar que outras pessoas se tornem vítimas desse crime. Para denunciar casos de exploração sexual de crianças e adolescentes basta ligar no Disque Denúncia (100). As informações serão investigadas e o denunciante mantido em sigilo.
Já os folhetos da campanha para evitar o tráfico de mulheres chama a atenção para a facilidade de ofertas de emprego no exterior com alta remuneração. “A promessa era de um bom emprego no exterior. A realidade foi de trabalho escravo e prostituição. Tráfico de pessoas, não caia nessa” é a mensagem principal. A parte interna do folder explica como age a máfia do tráfico de mulheres, destacando que crianças e adolescentes também são aliciadas, e aponta as precauções a serem tomadas para não se tornar uma vítima. Para denunciar este tipo de crime há, além do Disque Denúncia (100), a Central de Atendimento à Mulher (180).
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