Campinas/SP - Domingo, 29 de março de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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NOVO TIPO DE DENGUE DEVE FAZER MAIS VÍTIMAS ESTE ANO  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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Os primeiros casos de dengue foram diagnosticados no Brasil em 1692. Ao longo dos séculos, houve períodos em que a doença acometeu milhares de pessoas, outros em que se abrandou e, em 1957, foi até considerada erradicada. Porém, em 2008, a dengue se tornou uma epidemia. Só nos últimos cinco anos, mais de cinco milhões de casos prováveis já foram registrados. A descoberta de outro subtipo da doença, classificado como DEN-4, trouxe de volta a preocupação com um novo surto.

A dengue é uma doença infecciosa, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti contaminado, que pode causar uma diminuição na quantidade de plaquetas, induzindo sangramento, e de leucócitos, glóbulos brancos que integram o sistema imunológico. "Atualmente, há quatro subtipos, no Brasil: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A dengue hemorrágica é a evolução de um caso clássico da doença por falta de diagnóstico e acompanhamento médico ou por automedicação", esclarece o infectologista José Ribamar Branco.

"Uma pessoa que foi contaminada pelo DEN-1, por exemplo, que é o tipo mais comum da doença, não vai desenvolver novamente esse sorotipo, mas pode vir a contrair os outros três. Para quem nunca teve dengue, há quatro possibilidades. A chance de surto do DEN-4 existe porque só no primeiro semestre de 2013, quase 60% dos casos de dengue diagnosticados eram do novo subtipo", explica.

Segundo o especialista, os primeiros sintomas da doença aparecem cerca de cinco dias depois da picada do mosquito. "Os mais comuns são febre alta, dor nos ossos e articulações, cansaço e moleza, dor de cabeça atrás dos olhos, tonturas, náuseas e vômitos, perda de apetite e de paladar. Após esse período, manchas vermelhas aparecem no corpo do paciente infectado", detalha.

O diagnóstico da dengue é feito por uma conversa entre o médico e o paciente (anamnese), no consultório, porque o vírus só apresenta resultado positivo no exame de sangue após sete dias do início dos sintomas. "Porém, não é possível diagnosticar a dengue apenas com base nos sintomas, pois eles são os mesmos de qualquer doença infecciosa. É preciso também avaliar se há um surto próximo ao local de convivência do paciente", revela.

A dengue não é considerada uma doença de risco, quando acomete uma pessoa saudável e tem o devido acompanhamento médico, mas exige cuidados em pacientes com doenças crônicas, idosos e crianças. "Não existe um tratamento específico para a doença. São receitados medicamentos sintomáticos para combater a febre e a dor e é feito o acompanhamento da quantidade de plaquetas e leucócitos. Apenas um médico poderá indicar o medicamento adequado. A automedicação pode levar o paciente ao óbito", alerta.

De acordo com o infectologista, a melhor forma de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. "É preciso ficar atento e eliminar os depósitos de água parada para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Para ajudar a população a localizar e exterminar os focos da doença, o governo conta com o trabalho de agentes de combate à dengue", reforça.
 

 
 
   
   
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