| DOENÇA QUE ATACA CITROS AVANÇA EM SÃO PAULO
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Atualmente, cerca de 6% das plantas possuem sintomas da doença, o que corresponde a 34 milhões de plantas, segundo levantamento feito pela Secretaria de Agricultura do Estado.
“Temos visto um ritmo de crescimento. Era para a incidência estar caindo”, explica o pesquisador do Fundecitrus, Renato Beozzo. Ele afirma que “boa parte desse avanço se deve à participação pouco colaborativa e coordenada dos produtores”. A região mais afetada é no leste do Estado.
No ano passado, os citricultores erradicaram 7,2 milhões de pés de seus pomares. Em 2007, foram erradicadas pouco mais de 1 milhão de plantas.
Se não houver um controle mais incisivo da doença, o fundo estima que, em 10 anos, essa incidência pode chegar a 54,5% dos pomares. “Para não chegarmos nesse estágio, precisamos urgentemente rever nossas práticas. Investir no controle do inseto nas bordas dos pomares, coordenação de grupos voluntários de controles em áreas extensas, remoção de plantas doentes, entre outras”, acrescentou Beozzo.
O Fundecitrus também alertou que o greening tem avançado na Flórida, segundo maior parque citrícola do mundo atrás de São Paulo, enquanto na China a situação está sob controle.
De acordo com o gerente do fundo, Juliano Ayres, o problema da Flórida é “o modelo adotado por lá, [que] tem dificultado o controle e erradicação dos pés”.
Na China, os produtores conseguiram avançar na produtividade, passando de 7,5 toneladas por hectare 2005, para 30 toneladas por hectare em 2013, diante de ações de manejo da doença. Ainda assim, Ayres afirma que a doença fúngica ainda pode limitar o aumento do rendimento dos pomares. Além disso, a área também não pode expandir muito mais para além dos 2,1 milhões de hectares atualmente cultivados no país (Valor, 4/6/14)
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