Campinas/SP - Domingo, 29 de março de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
  home
  gigo notícias
  profissionais
  publicações
  clientes
  projetos
  entrevistas
  baú de notícias
  clippings
  galeria de fotos
  ensaios
  extra pauta
  cadastre-se !
  contato
Digite a expressão que deseja buscar
Cadastre-se e receba, por e-mail, as últimas do ClickNotícia.


Rua Alberto Belintani, 41
Whatsapp: (19) 98783-5187
CEP: 13087-680
Campinas-SP

 

DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL FOCA A ESQUIZOFRENIA  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


»
Baú de Notícias
» Galeria de Fotos

» Clipping

   


O impacto social da esquizofrenia afeta o paciente e também todas as pessoas que convivem com ele. Por isso, o Dia Mundial da Saúde Mental – comemorado em 10 de outubro e criado pela WFMH (Federação Mundial da Saúde Mental) - tem em 2014 como tema central: “Convivendo com a Esquizofrenia". Esta é uma importante oportunidade para se ressaltar o entendimento e discussões acerca desta enfermidade, que acomete cerca de 1% das pessoas e é responsável por aproximadamente 25% das internações psiquiátricas em todo o mundo, diz a entidade.

A esquizofrenia é um transtorno mental relacionado a alterações de neurotransmissores do cérebro e provoca, entre outros sintomas, a perda do contato com a realidade. Ela representa importante impacto social, principalmente em virtude do comportamento antissocial e dos delírios decorrentes da condição. “É possível ao paciente com esquizofrenia ter uma vida social e produtiva, se ele estiver em tratamento. Por outro lado, sem tratar, a esquizofrenia é um sofrimento para o portador, porque se vê submetido a uma vida perturbada e confusa, de atitudes e comportamentos estigmatizantes e excludentes”, comenta Rodrigo Bressan, psiquiatra e coordenador do Proesq - Programa de Esquizofrenia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“A condição afeta ainda toda a rede de relacionamentos do paciente: familiares, amigos, parceiros de trabalho, cuidadores e todas as pessoas com quem convive. Esse quadro prejudica a qualidade de vida e causa sérios impactos sociais para todos os envolvidos”, conclui. Em muitos casos, a esquizofrenia não é identificada ou aceita pela família e pelo paciente. Esta resistência pode ocasionar demora na busca por orientação profissional e, consequentemente, retardar o tratamento. Está formado, assim, um ciclo propício à recaída do transtorno.

O especialista comenta ainda que a demora no início do tratamento ou a dificuldade de adesão à medicação são barreiras para o controle eficaz da esquizofrenia. Tal situação favorece a recaída e, consequentemente, perda na qualidade de vida, chegando até a diminuição de anos de vida saudável por conta de invalidez ou até de morte prematura. Isso pode ocorrer em virtude do aumento da morbidade e da mortalidade precoce, decorrentes do transtorno e das comorbidades associadas, entre elas obesidade, doença cardiovascular e câncer.

Estudos demonstram que a adesão parcial aos medicamentos impacta negativamente o curso da esquizofrenia. Dessa forma, a atenção dos especialistas e cuidadores deve ser redobrada, para detectar sinais de problemas com adesão entre os pacientes e agir quando necessário, a fim de evitar as consequências de um tratamento inadequado. Apesar de ainda não haver cura para a esquizofrenia, há como manter o paciente em equilíbrio e inserido na sociedade, revertendo positivamente o impacto que o transtorno causa. Nesse sentido, tratar e manter a adesão ao tratamento são as melhores opções para que a pessoa com esquizofrenia tenha condições de trabalhar e ter relacionamentos saudáveis.
 

 
 
   
   
« voltar  


   Gigo Notícias    Política de Privacidade