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Rua Alberto Belintani, 41
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CEP: 13087-680
Campinas-SP
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| TONICO’S CAI NO SAMBA COM NELSON SARGENTO
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Reduto da boa música brasileira em Campinas, o Tonico´s Boteco tornou-se uma referência cultural no centro da cidade por receber artistas e intelectuais para apresentações, lançamentos e outras reuniões descontraídas. O nome é uma homenagem ao maestro e compositor Antonio Carlos Gomes, cujo apelido era Tonico. O casarão centenário onde está instalado o boteco foi preservado com toda estrutura arquitetônica original, e está localizado em frente a praça Antônio Pompeu, marco zero de Campinas, cercado de referências históricas e culturais. É um ponto de encontro diferenciado na noite campineira: um espaço boêmio onde a informalidade, a sofisticação e o ambiente agradável convivem em harmonia. Na decoração, painéis fotográficos da cidade antiga e posters de obras do maestro. No cardápio, pratos variados que vão desde os acepipes, petiscos e sanduíches especiais até pratos a La Carte. Na parte de bebidas, diferenciais como pingas aromáticas, o stanheguer W Double (exclusividade na cidade) e aperitivos exclusivos, além do chopp e cerveja sempre muito gelados. A casa é do empresário Paulo Henrique de Oliveira, não cobra consumação mínima, aceita todos os cartões de créditos e mantém convênio com os estacionamentos do Carmo e Simopark.
Rua Barão de Jaguará - 1373, no Centro, em Campinas / SP. Reservas de mesa e informações pelo fone: (19) 3236 1664.
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texto:Timóteo Camargo fotos: Gilberto Gonçalves
Comunicativa ACJ
A estrutura do velho casarão do Tonico’s Boteco, no centro de Campinas, balançou nas noites de quarta e quinta-feira, dias 16 e 17 de outubro. Não pela potência de amplificadores de som, ou coisa que o valha, mas pela voz e o samba de Nelson Sargento da Mangueira, que encerrou em grande estilo o projeto “Mestres do Samba no Boteco”.
O show
Nelson cumpriu o ritual estabelecido pelos sambistas que o precederam no projeto, cruzando, sob aplausos, o salão do Tonico’s até a mesa próxima ao palco do show, e desviando os olhos até então postos sobre o sambista e fã Leandro Fragonesi, que fazia a abertura do espetáculo.
Nelson recebeu a reverência e o acompanhamento musical do Quarteto de Cordas Vocais, de Campinas. O mestre abriu a apresentação com o samba da parceria de seu amigo Nelson Cavaquinho com Guilherme de Brito – que foi o segundo “Mestre no Boteco” – “Dono das calças”. Em seguida, cantou “Minha Vez de Sorrir” – música sua com Batista da Mangueira. Prestou “Homenagem a Cartola” – que além de amigo, foi quem o apresentou à ala de compositores da Mangueira, sua escola de samba e grande paixão. Paixão que contou nos versos de “Triângulo Amoroso”.
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Em “Idioma Esquisito”, chamou a atenção pelas palavras estranhas que inventou. Ricardo, filho do mestre que acompanhou o Seu Nelson na visita a Campinas, tentou explicar: “Meu pai não devia estar bem quando vez essa música. Devia estar de porre”. Nelson ainda divertiu o público antes de cantar “Falso Amor Sincero”, ao falar que “… em tudo na vida a gente tem que ser sincero. Até na falsidade”.
Mangueira e Vasco
Nelson Sargento encerrou a noite cantando o hino da resistência da cultura do morro, “Agoniza mas não morre”. Um pouco antes, revelou outra paixão. Não resistiu. Com entusiasmo e poucas palavras, comemorou ao saber que o Vasco da Gama vencera o Flamengo no Maracanã por 2 a 1.
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