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ANVISA APROVA O CANABIDIOL COMO MEDICAMENTO  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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14/01/2015 – Brasília – DF – O diretor-presidente da Anvisa, Jaime Oliveira, retoma em reunião da diretoria, o debate que pode excluir o canabidiol da lista de substâncias proibidas e reclassificá-lo como medicamento Fotos: Elza Fiuza/Agência Brasil


A maior parte dos diretores da agência ressaltou que não há relatos de dependência relacionada ao uso de canabidiol, enquanto há diversos indícios registrados na literatura científica de que a substância auxilia no tratamento de enfermidades como a epilepsia grave.

Os diretores também ressaltaram que a reclassificação abre caminho para que as famílias que fazem uso do canabidiol não continuem a agir na ilegalidade ou por fazer uso de uma substância proibida, além de abrir caminho para mais pesquisas.

A Anvisa iniciou a discussão sobre a possibilidade da reclassificação da substância em maio de 2014. Na época, não houve decisão terminativa sobre a questão. Desde então, a agência vem autorizando a liberação de importação do canabidiol em caráter excepcional.

Até o momento, o governo federal recebeu 374 pedidos de importação para uso pessoal. Desses, 336 foram autorizados, 20 aguardam o cumprimento de exigência pelos interessados e 11 estão em análise pela área técnica. Há ainda sete arquivamentos, sendo três mandados judiciais cumpridos, duas desistências e três falecimentos de pacientes após a entrada do pedido.

FAMÍLIARES COMEMORAM
Parentes de pacientes que usam o canabidiol no tratamento de doenças graves como a epilepsia comemoraram hoje (14) a reclassificação do produto, que deixou de ser uma substância proibida e agora é substância de uso controlado. A decisão foi tomada na manhã desta quarta-feira, por unanimidade, pelos membros da diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Katiele Bortoli, mãe de Anny Fisher, avaliou que a reclassificação representa esperança de qualidade de vida. A filha de Katiele sofre de um tipo grave de epilepsia e tem diversas crises convulsivas quando não usa o canabidiol.

"Vocês não têm ideia do que se passa no coração de alguém que está desesperançoso. Essa reclassificação dá esperança, dá alívio, dá a sensação de que existe uma luz", disse Katiele. "Não estou dizendo que é a cura para nenhuma síndrome, mas é a esperança para qualidade de vida", acrescentou.

Norberto Fisher, pai de Anny, acredita que não há mais espaço para dúvidas relacionadas à eficácia do canabidiol no tratamento da epilepsia e de outro tipo de enfermidade grave. Para ele, a reclassificação da substância foi consequência do apelo social e não representa nenhum tipo de decisão política. "Demonstra que o Brasil atingiu maturidade para debater e discutir a reclassificação do uso medicinal da cannabis".

Júlio Américo Neto, pai de Lorenzo, lembrou que por causa da vinculação com a maconha, a liberação do canabidiol enfrentou problemas. O filho de Júlio sofre de epilepsia refratária e também utiliza a substância para conter as crises convulsivas.

"A reclassificação é um passo importante. A Anvisa está dando uma contribuição histórica para aliviar o sofrimento de milhares de pacientes com enfermidades tratáveis com a cannabis", disse Júlio. Ele ressaltou que a reclassificação abre caminho para o avanço das pesquisas.
 


Outras fotos :


14/01/2015 – Brasília – DF – O diretor-presidente da Anvisa, Jaime Oliveira, coordena a reunião com os membros da diretoria colegiada na sede da agência


14/01/2015 – Brasília – DF – Familiares exibem cartazes durante reunião da Anvisa, onde se debate excluir o canabidiol da lista de substâncias proibidas e reclassificá-lo como medicamento

 
 
   
   
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