Campinas/SP - Domingo, 29 de março de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
  home
  gigo notícias
  profissionais
  publicações
  clientes
  projetos
  entrevistas
  baú de notícias
  clippings
  galeria de fotos
  ensaios
  extra pauta
  cadastre-se !
  contato
Digite a expressão que deseja buscar
Cadastre-se e receba, por e-mail, as últimas do ClickNotícia.


Rua Alberto Belintani, 41
Whatsapp: (19) 98783-5187
CEP: 13087-680
Campinas-SP

 

NO SRI LANKA PAPA CANONIZA PRIMEIRO SANTO DO PAÍS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


»
Baú de Notícias
» Galeria de Fotos

» Clipping

   


“O verdadeiro culto de Deus não leva à discriminação, ao ódio e à violência, mas ao respeito da santidade da vida, ao respeito pela dignidade e liberdade dos outros e compromisso de amor para todos", disse o papa no Parque Galle Face Green, em Colombo, perante milhares de pessoas.

Francisco recordou a figura de Vaz (1651-1711), missionário nascido na então colônia portuguesa de Goa, que chegou ao Sri Lanka no século 17, quando o país vivia uma perseguição aos católicos.

José Vaz foi beatificado pelo papa João Paulo II, no dia 15 de janeiro de 1995, durante visita ao Sri Lanka.

O papa Francisco decidiu santificar Vaz, em setembro, depois de já ter decidido visitar a ilha e sem esperar pela aprovação de um segundo milagre, necessário para que um beato possa ser santo.

Na cerimônia de canonização, Francisco destacou o exemplo de Vaz como missionário, que foi procurar os mais pobres e que apresentou "a verdade e a beleza do Evangelho em um contexto multirreligioso com respeito, dedicação e humildade".

O papa apelou à liberdade religiosa que classificou como "direito humano fundamental". "Todas as pessoas devem ser livres individualmente ou em união com os outros para buscar a verdade e para expressar abertamente suas convicções religiosas, livre de intimidações e de coações externas", acrescentou.

PADRE JOSÉ VAZ AGORA SÃO JOSÉ VAZ

Foi canonizado nesta quarta-feira dia 14 de janeiro o Padre José Vaz, sacerdote com raízes portuguesas que viveu nos séculos XVII e XVIII. O Papa Francisco em Visita Apostólica ao Sri Lanka presidiu à celebração de canonização daquele que é considerado o missionário daquele país. O Padre José Vaz, nasceu em Goa a 21 de abril de 1651 e é sobre ele que falaremos hoje nesta nossa rubrica “Sal da Terra, Luz do Mundo”.

O Padre José Vaz, nasceu em Goa a 21 de abril de 1651 numa família da casta dos brâmanes. A música que estamos a ouvir foi feita expressamente para a canonização do Beato José Vaz.

Esta canonização do beato José Vaz é motivo de alegria não só para a Índia e o Sri Lanka, mas também para o Oratório de S. Filipe Neri, que vê inscrito no álbum dos santos um seu sacerdote. S. João Paulo II aquando da beatificação há vinte anos afirmou que: “Em consideração de tudo o que o padre Vaz foi e fez, do modo como o fez e das circunstâncias nas quais conseguiu realizar a grande obra de salvação de uma Igreja em perigo, é justo saudá-lo como o maior missionário cristão que a Ásia jamais teve”.

Segundo nos conta a história, o Cristianismo “começou a espalhar-se no Sri Lanka apenas com a chegada dos portugueses, no século XVI”. Uma frota comandada por Lourenço de Almeida chegou a Colombo, a atual capital, a 15 de novembro de 1505, numa altura em que a ilha estava dividida em três reinos: o tâmil a norte e dois cingaleses, no centro e no sul.

Com a autorização do rei de Kotte, Almeida erigiu uma capela em honra de S. Lourenço, onde se celebrou uma Missa presidida por frei Vicente, capelão dos navegadores. À medida que o acesso ao país se foi facilitando, os franciscanos foram enviados para a ilha, pelo que em 1530 já havia alguns religiosos e um pároco, cujo túmulo foi descoberto em 1836. Segundo o ‘Dicionário de História Religiosa de Portugal’, o primeiro vigário de Ceilão foi o padre Luís Monteiro de Setúbal, que ali viria a ser enterrado em 1536.

Recordemos que entre 1515 e 1534 Ceilão pertenceu à Diocese do Funchal, passando depois a ser território da diocese de Goa até 1557, data em que foi erigida aquela que será a sua futura diocese até 1836, Cochim. Em 1543, cinco franciscanos enviados pelo rei D. João III chegaram a Kotte para converter o soberano local, o que viria a acontecer com o rei Dharmapala em 1551.

Esta conversão abriu caminho ao crescimento da fé católica, num esforço de missionação que contou com a participação de outras ordens religiosas, como os jesuítas e os dominicanos.

A meio do século XVII, os holandeses chegaram à ilha e expulsaram os portugueses, ocupando os seus territórios, ao que se seguiu a proibição do catolicismo.

É neste contexto que decorreu a ação do padre José Vaz, vindo de Goa, entrou no Sri Lanka disfarçado para ajudar os católicos.
 

 
 
   
   
« voltar  


   Gigo Notícias    Política de Privacidade