| |

Rua Alberto Belintani, 41
Whatsapp: (19) 98783-5187
CEP: 13087-680
Campinas-SP
|
| ESCRITOR DE CAMPINAS LANÇA SEU PRIMEIRO LIVRO
|
|
|
A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014
» Baú
de Notícias
»
Galeria
de Fotos
»
Clipping
|
|
| |
|
Leonilson Rossi vê a natureza humana com bom humor em seu livro de estreia
Leonilson Rossi era executivo da Clark Equipment, multinacional americana que tinha negócios na América Latina, quando lhe foi conferida a desconfortável tarefa de fechar uma unidade na Argentina, no início dos anos 1980.
Aos 28 anos, em sua primeira viagem internacional, desembarcou em território minado: a economia argentina estava à beira do colapso pela sucessiva má-gestão de generais-ditadores. A inflação anual batia os 90%, a recessão se aprofundava, a atividade industrial estava paralisada, o desemprego crescia a níveis alarmantes e a classe média estava empobrecida.
Mais ainda: a Junta Militar que governava o país começava a elevar o tom na reivindicação pela posse das ilhas que chamavam de Malvinas, ocupadas pelos ingleses, que deram a elas o nome de Falklands. E o principal executivo da Clark à época era um inglês, e como tal, "persona non grata" na Argentina.
Neste caldeirão, coube a Leonilson levar a má-notícia do fechamento da unidade e, ao mesmo tempo, coordenar a execução de um inventário com a ajuda de profissionais que em pouco tempo perderiam seus empregos.
Foi este episódio que despertou neste campineiro de 62 anos, pela primeira vez, a vontade de registrar de maneira formal suas observações não só sobre o ambiente em que estava, mas principalmente sobre as pessoas. Hoje, 34 anos depois, Leonilson divide o resultado de suas experiências de vida em O Segredo do Café de Jacu, seu primeiro livro, que está sendo lançado pela Editora MM.
São crônicas que revelam um raro senso de interpretação da natureza humana, qualidade reconhecida por quem já leu seu texto e por ele próprio. “Acho que um dos meus pontos fortes é conseguir captar o que há por trás das aparências”, diz.
Outro traço do estilo de Leonilson é o humor fino, inspirado em um dos seus ícones, o escritor Luis Fernando Verissimo. Uma característica que ele garante só aflorar quando escreve. “Eu não me considero uma pessoa bem-humorada no cotidiano”, define. “Talvez pela atividade profissional que sempre exerci”, diz, referindo-se à atuação, por longos anos, na área de marketing empresarial – hoje dá consultoria nesta área a várias empresas. “Não existe o glamour e o humor que muitas pessoas acreditam que há no marketing empresarial; é um trabalho levado com muita seriedade”, aponta.
Boa parte das crônicas que compõem O Segredo do Café de Jacu tem referências em suas andanças pelo mundo. Da primeira viagem à Argentina em frangalhos, do início dos anos 1980, até aqui, Leonilson contabiliza dezenas de viagens – “só para a Europa foram mais de 50”, conta.
A música, uma de suas paixões, embala outra parte significativa do que escreve. Os textos têm muitas alusões a canções que marcaram sua vida. “Acredito que houve uma conspiração afortunada para fazer com que Caetano Veloso, Milton Nascimento, Chico Buarque, Gilberto Gil, Tom e Vinícius, Toquinho e muitos outros combinassem de se encontrar na minha geração”, diz. “E, de quebra, Beatles, Rolling Stones, Led Zepellin, Paul Simon, Chuck Berry... Não havia como não me apaixonar.”
Leitor obsessivo, Leonilson conta que muitas vezes chega a ler três livros diferentes ao mesmo tempo. “Em português, livros que podem contribuir com o meu trabalho, como Freakonomics, de Stephen Dubner e Steven Levitt, e Crescimento Lucrativo, de Ram Charam; em inglês, leio coisas mais leves, para me manter afiado na língua da matriz, coisas como Deception Point, de Dan Brown, e The Chamber, de John Grisham; e em espanhol também leio para me divertir: Pantaleón y las visitadoras, de Mario Vargas Llosa, e Fasulia con Palitos, de Pablo Lam Esquenazi, por exemplo”.
O Segredo do Café de Jacu não revela como terminou a aventura de mais de três décadas atrás, em Buenos Aires.
Nos 15 dias em que ficou na capital argentina, Leonilson conseguiu mostrar um pouco de sua própria natureza – o traço que tanto gosta de observar nas pessoas – aos argentinos que dirigiam a unidade da Clark no país. Eles tiveram a clara percepção de como aquele brasileiro lamentava a notícia que trouxera. Uma prova disso é que antes de retornar ao Brasil foi recebido pelas famílias dos dois diretores, em suas casas. Talvez esta seja uma boa história para ser contada no próximo livro.
Serviço
O Segredo do Café de Jacu
Leonilson Rossi
Crônicas, 144 páginas
Editora MM
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| «
voltar |
|
|
|