Campinas/SP - Quinta, 26 de março de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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PROTESTO PELOS DIREITOS DOS TRABALHADORES DO MCDONALD´S  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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A campanha brasileira #SemDireitosNãoéLegal foi para as ruas hoje em São Paulo, Salvador, Goiânia, Brasília e Manaus. Carros de som, palavras de ordem, bandeiras e muitos balões de diversas cores deram o tom da mobilização brasileira na campanha global, que contou com a participação de mais de 40 países. Em São Paulo, mais de 1 mil manifestantes caminharam por um quilômetro na Avenida Paulista entre o Vão do Masp até a loja da cadeia de fastfood mais próxima, acompanhados de vários atores fantasiados de Ronald McDonald’s presos numa jaula. Um caixão, que simbolizava os danos à imagem que a rede acumula por desrespeitar os funcionários, acompanhava o cortejo. Após três horas de agito, em frente a loja do McDonald’s, ateou-se, também simbolicamente, fogo ao caixão. "Não podemos ficar quietos enquanto a jornada móvel variável, o acúmulo de funções e o não reconhecimento da insalubridade de algumas funções continuarem a fazer parte da rotina dos funcionários do McDonald’s”, diz o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Calixto Ramos.

A Campanha foi organizada pela Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) com o apoio da Contratuh (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade), juntamente com outras entidades sindicais como o Sinthoresp ( Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo), a Fethepar (Federação dos Empregados em Turismo e Hospitalidade do Estado do Paraná) e a Fetrhotel (Federação Interestadual dos Trabalhadores Hoteleiros de São Paulo e Mato Grosso do Sul). O objetivo do protesto desta quarta-feira foi alertar a população sobre o desrespeito recorrente e contínuo aos direitos trabalhistas pela franqueadora máster do McDonald’s no Brasil, a Arcos Dourados Comércio de Alimentos Ltda. “Esse é mais um passo na longa batalha contra o desrespeito às leis. Queremos que o McDonald’s seja responsabilizado pelas constantes violações à legislação trabalhista e para isso continuaremos mobilizados”, diz o presidente do Sinthoresp, Francisco Calasans.

Os protestos inauguram a terceira etapa da campanha #SemDireitosNãoéLegal, braço brasileiro de um movimento mais amplo. O Brasil está entre os 40 países de vários continentes que participarão dos protestos de quarta-feira em prol do respeito aos direitos dos trabalhadores do setor de fastfood. “O movimento sindical está nas ruas para reforçar o que ele está questionando na Justiça. As multinacionais não podem se instalar no Brasil e fazer o que querem. Devem respeitar as leis do país ”, diz o presidente da Contratuh, Moacyr Roberto Tesch Auersvald.

O movimento global começou nos Estados Unidos em 2012. Inicialmente restrito a Nova York, contou com a participação de 200 trabalhadores. A ação global de quarta-feira deve contar, só nos Estados Unidos, com a participação de 60 mil pessoas, que farão greves ou atos de protesto em mais de 200 cidades dos Estados Unidos. No país de origem, além do respeito às leis trabalhistas, os trabalhadores reivindicam o pagamento de um mínimo de 15 dólares por hora (#Fightfor$15) april15.org. http://www.washingtonpost.com/posteverything/wp/2015/04/15/we-are-spending-153-billion-a-year-to-subsidize-mcdonalds-and-walmarts-low-wage-workers . Na Europa, a principal queixa é a evasão de divisas pela corporação por meio de paraísos fiscais.

A campanha brasileira iniciou-se no dia 24 de fevereiro com o ingresso na Justiça trabalhistas de uma ação civil pública denunciando a prática de “ dumping social” e recobrou forças em março, quando a empresa foi acionada uma vez mais. O McDonald´s é acusado de praticar a jornada móvel variável, o acúmulo de funções sem a devida remuneração e não reconhece a insalubridade de algumas funções. Esse modelo de negócio faz com que a rede no Brasil obtenha indevidamente vantagem competitiva sobre seus concorrentes. Entre as violações constatadas estão também o pagamento de salários com valores inferiores ao mínimo estabelecido por lei, horas extras habituais não remuneradas, supressão dos intervalos para descanso e refeições, indícios de fraudes nos holerites e no registro de horas trabalhadas, desempenho de múltiplas funções sem a devida remuneração, ausência de horários regulares de trabalho e atividades insalubres sem o uso de equipamento de proteção individual (inclusive com a utilização de mão de obra de adolescentes entre 16 e 18 anos, em atividades insalubres).



 

 
 
   
   
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