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| QUÍMICA DA UNICAMP ESTUDA TOXICIDADE EM ACHOCOLATADOS
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A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014
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Isto pode ser capaz de causar, em princípio, eventual preocupação do consumidor, embora não represente, de fato, que aquela quantidade do elemento será assimilada pelo organismo humano.
Uma pesquisa inédita e pioneira no Brasil desenvolvida no Instituto de Química (IQ) da Unicamp conseguiu simular, em um ambiente fechado e controlado de laboratório, elementos metálicos encontrados em 34 marcas de achocolatados em pó que poderiam ser efetivamente absorvidos pelo organismo. A simulação in vitro utilizou-se de células epiteliais do intestino humano para realizar uma avaliação mais realística do risco e do benefício associado à ingestão destes elementos.
O trabalho foi conduzido pela química Rafaella Regina Alves Peixoto, como parte de sua tese de doutorado defendida em agosto deste ano junto ao Programa de Pós-Graduação em Química do Instituto de Química (IQ) da Unicamp. O estudo foi orientado pela professora Solange Cadore, que atua no Departamento de Química Analítica do IQ. A docente trabalha junto ao Grupo de Espectrometria Atômica (GEAtom) da unidade e coordena linha de pesquisa sobre o tema.
A pesquisadora Rafaella Peixoto explica que o emprego de células epiteliais no estudo considerou a função do intestino delgado no organismo humano, responsável por 90% de todo o processo de absorção de nutrientes provenientes da alimentação. O órgão funciona como uma barreira às enzimas digestivas e substâncias não utilizadas pelo organismo, controlando seletivamente a entrada de nutrientes e de xenobióticos, compostos químicos estranhos ao corpo.
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