| CAMPINAS ESTÁ ENTRE AS QUE MAIS CRESCERAM DE 2010 A 2015
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19/04/2016 - A Fundação Seade lança mais um boletim mensal: o Radar Regional. Sua primeira edição destaca informações inéditas em relação às estatísticas econômicas estaduais: o Produto Interno Bruto – PIB para cada região administrativa do Estado de São Paulo. O boletim com o PIB das regiões terá periodicidade trimestral.
De acordo com esse primeiro estudo, entre 2010 e 2015, a evolução da atividade econômica no Estado de São Paulo, medida pelo PIB Regional, mostrou pontos de distanciamento e de convergência com as trajetórias das economias das regiões administrativas.
Segundo o perfil de suas cadeias produtivas, as diversas regiões paulistas responderam de forma diferenciada aos estímulos econômicos. Entre 2010 e 2013, quando as taxas de crescimento acumuladas no Estado alcançaram 8,1%, as áreas mais beneficiadas foram aquelas que ampliaram sua participação na economia paulista em razão dos novos investimentos industriais, especialmente as Regiões Administrativas de Campinas e Sorocaba, onde se encontra o “novo corredor asiático”. A RA de São José dos Campos, outro eixo importante da indústria, apresentou tendência semelhante, sobretudo pelo desempenho do setor aeronáutico.
Já o corredor centro-noroeste do Estado, que engloba as RAs de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Bauru, Marília, Franca, Araçatuba, Barretos e Presidente Prudente, sofreu com a crise do complexo sucroalcooleiro do início do período, registrando desempenho abaixo da média estadual entre 2011 e 2012.
A crise que atingiu a economia paulista no biênio 2014-2015 teve reflexos em todas as regiões do Estado. Seus impactos reverteram os ganhos daquelas mais industrializadas, assim como abortaram o processo de crescimento que se esboçou em 2013 nas regiões com predominância da agroindústria. A diferença entre essas duas grandes áreas foi o desempenho em 2015: enquanto nas primeiras a persistência da retração industrial aprofundou a queda da atividade econômica, nas últimas o comportamento da agropecuária – único setor da economia paulista com resultado positivo no ano (5,5%) – amenizou os efeitos da crise.
No litoral, a Região Metropolitana da Baixada Santista apresentou desempenho positivo até o 4º trimestre de 2013, período a partir do qual a redução das expectativas em relação ao pré-sal arrefeceu o boom imobiliário, com impactos nítidos na construção civil. A crise econômica refletiu-se também no setor de transportes, que se recuperou em 2015 graças ao aumento do movimento do porto de Santos.
A RA de Registro teve crescimento excepcional em razão das atividades de extração de petróleo e gás em plataformas marítimas. Até 2010, a produção de gás e petróleo em mar proveniente de dois campos (Lagosta e Merluza) era alocada nos municípios de Bertioga e Cananéia. Em 2013, a produção de seis campos foi distribuída em oito municípios, três deles na região: Iguape, Cananéia e Ilha Comprida.
Por fim, a Região Metropolitana de São Paulo, historicamente mais sensível aos períodos de retração da atividade econômica, mostrou resultados menos desfavoráveis do que a média do Estado, com queda de 3,8% em 2015 e taxa acumulada positiva de 3,5%, no período 2010-2015. A explicação reside no setor de serviços, que representa 81,4% da economia metropolitana e vem apresentando contração menos drástica do que a indústria.
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