Campinas/SP - Quarta, 25 de março de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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GOVERNO PROPÕE MÍNIMO DE R$ 946,00 PARA 2017  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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19/04/2016 - O reajuste previsto, portanto, é de 7,5%, seguindo a política de valorização do mínimo adotada nos últimos anos.

O texto da LDO foi enviado, nesta sexta-feira (15), ao Congresso Nacional, que fica a partir de agora responsável pela análise e possíveis mudanças na proposta. Depois de aprovado, o texto vai ser a referência das despesas e receitas do governo no ano que vem.

Depois de a proposta ser encaminhada ao Congresso, os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão, explicaram os parâmetros macroeconômicos utilizados para preparar o texto. "Estamos propondo um orçamento equilibrado para o próximo ano. Um orçamento que se baseia em uma recuperação da arrecadação do governo, devido a uma recuperação do crescimento e devido também a medidas de aumento de receitas, sendo que a maior parte delas já está em tramitação no Congresso Nacional", destacou Barbosa.

O projeto da LDO prevê que não haverá superávit nem déficit primário em 2017. Entretanto, a proposta abre espaço para a possibilidade de a União abater R$ 42 bilhões de uma eventual frustração de receitas primárias (como recolhimento de impostos), dentro da meta fiscal. Ainda segundo a proposta, está prevista a possibilidade de descontar gastos de R$ 23 bilhões de despesas do PAC.

A proposta também traz as projeções para o cenário macroeconômico do Brasil para o ano que vem. As estimativas apontam para um crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. No caso da inflação oficial, o governo espera que o IPCA apresenta uma alta de 6%. A taxa básica de juros deve fechar o ano em 12,75%, e a cotação do dólar em R$ 4,40 ao final do período.

Despesas

Dentro do processo de ajuste fiscal, o governo decidiu manter, no texto da LDO, suspensa a realização de novos concursos públicos. As exceções previstas se referem a admissões que envolvam o Fundo Constitucional do DF, Defensoria Pública da União, substituição de terceirizados, militares e concursos já em andamento.

Também serão proibidas para o ano que vem, segundo a proposta, os ajustes de benefícios dos servidores que se encontram acima da média paga pela União. As restrições referentes a passagens aéreas, diárias e auxílio-moradia, já adotadas pelo governo neste ano, continuariam vigorando.

"Temos certeza que fizemos o nosso melhor para apresentar a melhor peça possível, dentro do cenário que se apresenta. E com a convicção de que vamos vencer os desafios que a gente tem. Este País é muito forte, de grandes oportunidades, e certamente será possível, no futuro próximo, superar as dificuldades e retomar a trajetória de crescimento", avaliou o ministro do Planejamento, Valdir Simão.
 

 
 
   
   
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