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VIOLÊNCIA CONTRA JOVENS EM SÃO PAULO TEM MOÇÃO DA OEA  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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04/08/201 5 - A medida atende pedido da Defensoria Pública de São Paulo, que em 2015 apontou irregularidades no local.

Defensores públicos que atuam na área de Infância e Juventude afirmaram que internos da unidade são agredidos de forma rotineira e por “motivos banais”, como conversar durante aulas e compartilha comida com colegas, com pedaços de madeira, sapatos, cadeiras e cintos. Apontaram ainda relatos de ameaças de morte e de episódio em que um grupo de jovens teve de tirar a roupa e andar, de quatro, em um quarto.

Em abril, durante o andamento do processo na comissão, um relatório dos defensores descreveu ainda casos de adolescentes enclausurados 24 horas, desde o mês anterior, e atendimentos de saúde negados, sem justificativa.

A comissão entendeu que seria preciso tomar medidas cautelares, já que a competência do órgão é fiscalizar o cumprimento das obrigações de direitos humanos firmadas pelos signatários da OEA. Como quem responde perante os órgãos internacionais é sempre o governo federal, cabe a ele assegurar o fornecimento de tratamento médico adequado e proibir a aplicação de punições disciplinares contrárias aos padrões internacionais em matéria de infância e adolescência, incluindo práticas de isolamento. Também deve informar se investigou os fatos que deram origem à denúncia.

A decisão trata os relatos como “supostos atos de violência”, mas “coerente com informação de caráter geral que a CIDH recebeu sobre a situação que crianças e adolescentes poderiam enfrentar em determinados centros de detenção no Brasil”. Segundo a secretária-executiva adjunta da comissão, Elizabeth Abi-Mershed, a medida não representa pré-julgamento sobre se houve violação à Convenção Americana de Direitos Humanos.

O defensor público Samuel Friedman, um dos responsáveis pela ação, explica que se o Estado não fizer nada, o caso deve ser enviado à Corte Interamericana de Direitos-Humanos e o Brasil sofrer uma condenação internacional por não cumprir as normas. O caso, segundo o defensor, é semelhante ao do complexo da antiga Febem (atual Fundação Casa) em Tatuapé (SP), que foi desativada após a condenação da Corte Interamericana.

Friedman acrescenta ainda que este caso não é isolado e isso foi destacado na decisão da Comissão da OEA. Em janeiro deste ano, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos deferiu medida cautelar contra o governo brasileiro por violações dos direitos de adolescentes no sistema socioeducativo do Ceará.

Nos autos, o estado de São Paulo alegou que a Fundação Casa tem atividades supervisionadas pelo Judiciário, pelo Ministério Público e pelos conselhos tutelares, além de ter uma ouvidoria encarregada de receber denúncias e um setor responsável pela fiscalização. Disse ainda que funcionários são orientados sobre procedimentos a tomar e que a fundação abriu investigação interna para apurar faltas funcionais.

Além disso, afirmou que a Defensoria apresentou denúncia à Comissão Interamericana enquanto estava em andamento uma ação judicial na Justiça brasileira, antes mesmo de apresentar recursos. Procurada, a Fundação Casa informou que a instituição ainda não foi notificada sobre a decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Assessoria de Imprensa da Defensoria Pública de SP.
 

 
 
   
   
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