Campinas/SP - Segunda, 21 de janeiro de 2019 Agência de Notícias e Editora Comunicativa Ltda.  
 
 
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FEMINICÍDIOS TEM AUMEHNTO DE 26% EM 2018 EM SP  


Desde 2008 a Comunicativa passou a atuar no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Como Agência ela se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas nas mídias hoje disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas novas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, abastecimento de sites, entre outras. Esse trabalho é pautado pelos critérios técnicos e a ética das notícias e suas conseqüências. A Comunicativa foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fones: (19) 3256 4863 / 3256 9059


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10/01/2019 - Foram registrados 119 casos de janeiro a novembro de 2018, contra 94 no mesmo período do ano anterior. O crime ocorre quando a vítima é morta pela condição de ser mulher.

Apenas na primeira semana de 2019, cinco casos de feminicídio e outras tentativas já foram registrados no estado.

Um levantamento realizado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) mostra que em quase metade dos casos (45%) o crime foi cometido que o ex-companheiro não aceitou o fim do relacionamento.

A Promotoria analisou 364 denúncias de tentativas de feminicídio e feminicídios consumados no estado entre março de 2016 e março de 2017. Duas em cada três vítimas de feminicídio (66%) foram mortas dentro de casa. Quase metade (48%) foi atingida por vários golpes ou tiros. Os motivos alegados pelos homens foram ciúmes, sentimento de posse e machismo.

A promotora Valéria Scarance, que coordenou o estudo, diz que a melhor maneira de evitar a morte é romper o silêncio, já que 96% das vítimas não tinham registrado boletim de ocorrência e nem contavam com medida protetiva para manter os ex-companheios afastados.

“Nenhuma mulher transforma o agressor com o seu amor. É o estado que pode transformar aquele homem. Porque aquele homem nega a violência e culpa a mulher. Daí a importância de que ela noticie a violência, que ela registre o boletim de ocorrência, que ela peça ajuda”, afirma Scarance.

Para o Ministério Público, a denúncia já é uma forma de intimidar o agressor.
Casos em 2019

Pelo menos cinco casos de feminicídio foram registrados no estado de São Paulo apenas na primeira semana de 2019:

2 de janeiro: Queli Aparecida foi estrangulada e morta em Jaguariúna por um homem que diz já ter vivido um relacionamento com ela.
3 de janeiro: Natasha Rodrigues, de 14 anos, teve morte cerebral confirmada após ter sido baleada no dia 29 de dezembro tiros porque não aceitou o pedido de namoro de um rapaz de 21 em Bebedouro.
4 de janeiro: Simone Fernandes, de 40 anos, foi encontrada morta a tiros dentro de casa, em Santa Isabel. O marido é o principal suspeito do crime. A polícia acredita que o motivo tenha sido uma discussão por herança.
4 de janeiro: Milena Cardenas, de 13 anos, foi morta a tiros. O namorado dela, de 17 anos, foi apreendido em flagrante pelo crime.
5 de janeiro: Elizângela Pereira de Almeida, de 34 anos, foi morta com mais de 20 facadas em Itupeva. O suspeito é o ex-marido dela, Edvaldo da Silva.

Uma tentativa de feminicídio também foi registrada em São Paulo no dia 5 de janeiro. Um motorista de aplicativo tentou atropelar a esposa em um posto de gasolina e agrediu a vítima com empurrões e joelhadas. Ele chegou a ser preso, mas recebeu liberdade provisória.
 

 
 
   
   
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